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Fabricio C. Boppré

Olá!

Meu nome é Fabricio e eu construo websites. Se quiser conhecer o meu trabalho e meus interesses pessoais — coisas que gosto de manter tão próximas entre si quanto possível — os links abaixo irão lhe ajudar. Para entrar em contato, me escreva por email.

Sobre mim & meu trabalho

Alguma coisa mais, por extenso

Nasci em 1979, em Florianópolis, no sul do Brasil. Na infância tive um MSX, onde aprendi a programar em Basic. Logo depois, entre 1996 e 2001, cursei Ciências da Computação na Universidade Federal de Santa Catarina, e já neste período, testemunhando a popularização do acesso à internet e atraído por arte e design, me interessei por websites e comecei a construí-los. Utilizei todas as ferramentas pioneiras: Dreamweaver, Flash, MySQL, PHP. Embora continue achando o WordPress uma ferramenta valorosa, venho utilizando com frequência cada vez maior frameworks JavaScript e as demais ferramentas que constituem a arquitetura conhecida como Jamstack. As primeiras paixões — HTML e CSS, e desenhar layouts usando lápis e papel — continuam firme.

Dou preferência a trabalhos que envolvam arte, cultura e criadores(as) independentes. Meu portfólio é feito basicamente de editoras, artistas e galerias. Gosto também de trabalhar com ciência e projetos acadêmicos. Adoraria trabalhar com mais causas sociais e ambientais. Você procura por um web designer/developer e acha que posso lhe ajudar? Apreciarei muito seu contato.

Se quiser saber mais sobre mim, clique aqui.

Meu hobby favorito é, de longe, música. Coleciono discos, frequento shows e concertos, leio muito a respeito e gosto também de escrever algumas impressões e reflexões sobre os álbuns que escuto diariamente. Para auxiliar neste hábito da escrita, mantenho um blog. O último post que publiquei foi este:

(Buscando o post...)

Também adoro literatura e poesia. José Saramago, Jorge Luis Borges, Walt Whitman e Wislawa Szymborska estão entre meus escritores(as) e poetas favoritos. Costumo transcrever aqui algumas passagens dos livros que leio e, aqui, recomendar leituras feitas na web.

Compartilho a vida com uma astrônoma. Juntos, gostamos de explorar o mundo, ir à praia e caminhar em meio a natureza. Já moramos na França, na Inglaterra e na Escócia. Viver em Florianópolis, para quem gosta da vida ao ar livre, é um privilégio: temos praias e trilhas deslumbrantes. Atualmente estamos construindo uma casa em local bastante retirado no sul da Ilha, onde passamos os fins de semana cercados por sagüis e tucanos e próximos ao mar.

Vista da trilha do Morro das Aranhas, Florianópolis, outubro de 2024, foto minha.
Vista da trilha do Morro das Aranhas, Florianópolis, outubro de 2024, foto minha.

Também gosto muito de desenho e ilustração. Este, contudo, é um hobby ao qual ultimamente não tenho conseguido dedicar tempo, mas não vejo a hora de conseguir voltar a manipular meus lápis de cor, apontadores e grafite. Para conhecer outros interesses e links pessoais, esta lista e mais esta outra podem lhe ajudar.

Experimentos & open-source

Os websites abaixo possuem seus códigos-fonte abertos e disponíveis para consulta e reutilização (os links levam aos seus repositórios). Nasceram como projetos de estudos e experiências, mas encontram-se em produção e plenamente funcionais.

Nota final

Tendo chegado até aqui, talvez você esteja sentindo falta de algo… Eu lhe ajudo: onde estão os ícones do Twitter, do Instagram? Cadê o link para o meu perfil no Facebook? Não tem.

Se quiser saber o motivo, clique aqui.

Pelos seguintes motivos: tendo acompanhado o surgimento das empresas que controlam estes serviços (e posteriormente lido o livro The Age of Surveillance Capitalism), eu compreendo seus funcionamentos e suas agendas, e esta compreensão me faz tentar evitar ao máximo a intrusão destas big techs em minha vida. Não tenho ilusões quanto a possibilidade de ser totalmente independente delas — uso, afinal de contas, um email do Google — mas está ao meu alcance, por exemplo, manter este meu website por conta própria, assim como meu blog — ambos construídos com ferramental open-source, ambos oferecendo feeds RSS para você me acompanhar, se quiser — e através destes canais independentes e abertos expor ao mundo aquilo que julgo que devo apresentar sobre mim, seja por razões pessoais ou profissionais.

Em outras palavras, gosto da ideia da IndieWeb: uma internet feita mais por pessoas do que por corporações, onde o conteúdo pertence aos seus autores e autoras e não à big techs que, como bem sabemos, fazem uso espúrio de tudo em que podem colocar as mãos com o objetivo de viciar seus usuários.

Além do mais, não bastassem os males intrísecos ao funcionamento das redes sociais, ultimamente seus donos vêm apoiando criminosos autoritários e fazendo vistas grossas ao conteúdo de extremistas e neo-fascistas mundo afora, sabotando assim nossas frágeis democracias e tornando ainda mais difícil a vida de diversas minorias. Fazem-no pelas vantagens de estarem próximos a um tipo de poder específico, que lhes é muito conveniente: aquele que não tem compromisso algum com o bem-estar coletivo. E também pelos lucros que a desregulação de seus algoritmos lhes garante em maior quantidade. Se você utiliza estes serviços, reconsidere. Ao contrário do que fazem você pensar, eles não são essenciais para a vida.